segunda-feira, 23 de abril de 2012

Educar sem bater é possível !




Acordo entre Brasil e ONU

A criação de lei para proteger crianças e adolescentes de castigos físicos foi acordada entre Brasil e ONU (Organização das Nações Unidas), em virtude da Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança, aprovada em 20 de novembro de 1989 pela Assembleia Geral das Nações Unidas. Atualmente, 32 países proíbem tal prática.
O projeto de Lei N° 7672, conhecido como Lei da Palmada, contrariando várias projeções, foi aprovado pela Câmara dos Deputados e já seguiu para apreciação do Senado Federal.




Campanhas educativas e atendimento à família


A Lei da Palmada dá o direito a crianças e adolescentes de serem criados e educados sem o uso de castigos físicos ou de tratamento cruel ou degradante. Para isso, serão realizadas campanhas educativas cujo objetivo será orientar os adultos sobre os malefícios à saúde física e mental trazidos pelo uso da violência na educação. Além disso, adultos que cometem agressões reiteradas e as vítimas terão atendimento psicossocial. Sem interferência no lar! Sem punição aos pais!


Autoridade x autoritarismo

A linha entre autoridade e autoritarismo parece tênue. Porém, os dois conceitos são bastante distintos. Enquanto autoridade significa impor regras necessárias para um bom convívio, autoritarismo é sinônimo de imposição, uso excessivo de poder. Mara Pusch, psicóloga da Unifesp, diz que autoridade parental não deixa criança alguma retraída ou traumatizada. 
Os pais precisam entender que autoridade é mostrar que você tem o poder de decisão sobre o seu filho. O problema é que, quando dessa decisão não é bem exposta às crianças, vira autoritarismo. O filho precisa enxergar que tem autonomia para escolher o que quer, mas que o seu desejo pode ser ou não realizado”.

Uma criança se sente acuada quando sofre uma vigilância constante, quando há controle em demasia sobre as suas ações. Adela destaca que, ao notarmos crianças retraídas ou sufocadas, é preciso pensar que ela está sentido o peso da autoridade como excessivo e que pode não ter forças para suportá-lo. “O retraimento é como um refúgio para os filhos que se sentem assim. É importante que os pais repensem seu lugar e escutem a criança. Às vezes, em alguns desses casos, é a criança quem cria uma imagem de um pai extremamente autoritário e isso não corresponde à realidade. Nessas horas, pode ser importante consultar um especialista”, afirma a psicóloga.

O que diz a ciência?


Há mais de 20 anos a ciência estuda os efeitos dos castigos físicos em crianças e adolescentes. Os resultados indicam que apanhar faz mal para o desenvolvimento psicológico deste grupo. A psicóloga Joan Durrant, da Universidade de Manitoba, e o assistente social Ron Ensom, do Hospital Infantil de Eastern Ontario, ambos pesquisadores canadenses, analisaram vários estudos sobre o tema. Segundo eles, nenhuma destas pesquisas comprovou que punir fisicamente tem efeito positivo. Pelo contrário! A maior parte dos estudos constatou efeitos negativos, tais como depressão, ansiedade e vícios, que podem começar na infância e se estender para a vida adulta.

Redução do QI…


Outra pesquisa que comprova a ineficácia da violência na educação de crianças e adolescentes foi publicada no Canadian Medical Association Journal. Vulnerabilidade a vícios em drogas e álcool e a doenças psicológicas, como depressão e ansiedade, e tendência a resolver conflitos com violência são apenas alguns dos malefícios que uma educação baseada na violência acarreta.
Porém, o resultado mais inusitado foi a constatação de que bater reduz o QI (quociente de inteligência).

Problema de saúde pública


A violência doméstica contra criança e adolescente é considerada problema de saúde pública pelo Ministério da Saúde. E não é à toa! Segundo um levantamento inédito baseado no sistema de Vigilância de Violências e Acidentes (VIVA) deste órgão, divulgado no fim de maio de 2012, a violência física é a mais comum na faixa etária de 10 e 19 anos.

Os números falam por si só! 

Confira!





E você?

É contra ou a favor da Lei da Palmada?

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sábado, 21 de abril de 2012

A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NA INFÂNCIA


A música se faz presente em nossas vidas desde muito cedo e exerce grande influência em diversos âmbitos.  Proporciona um enorme prazer àqueles que se envolvem e ainda transmite ideias e emoções de forma única. Portanto, deve ser entendida como uma forma de linguagem fundamental na construção do ser humano como um  ser completo.
 A Música na Educação Infantil pode influenciar no desenvolvimento cognitivo da criança e serve como instrumento de apoio pedagógico ao professor. 




A MÚSICA E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA
Monique Andries Nogueira

        A presença da música na vida dos seres humanos é incontestável. Ela tem acompanhado a história da humanidade, ao longo dos tempos, exercendo as mais diferentes funções. Está presente em todas as regiões do globo, em todas as culturas, em todas as épocas: ou seja, a música é uma linguagem universal, que ultrapassa as barreiras do tempo e do espaço.
      O processo de crescimento de uma criança está muito além de seus aspectos físicos ou intelectuais, esse processo envolve outras questões, certamente tão complexas quanto às da maturação biológica. Toda criança está imersa em um caldo cultural, que é formado não só pela sua família, mas também por todo o grupo social no qual ela cresce.  Nesse sentido, a forma como a música influencia o desenvolvimento de uma criança indígena, por exemplo, é muito diferente da forma como isso se dá com uma criança branca; da mesma forma, uma criança de classe média alta, que frequenta ambientes nos quais a música é praticada de forma intensa, apresenta características bem diversas de uma criança que se vê vítima da exploração do trabalho infantil.
    Inúmeras pesquisas, desenvolvidas em diferentes países e em diferentes épocas, particularmente nas décadas finais do século XX, confirmam que a influência da música no desenvolvimento da criança é incontestável. Algumas delas demonstraram que o bebê, ainda no útero materno, desenvolve reações a estímulos sonoros.
      Um outro campo de desenvolvimento é o que lida com a afetividade humana. Muitas vezes menosprezado por nossa sociedade tecnicista, é nele que os efeitos da prática musical se mostram mais claros, independendo de pesquisas e experimentos. Todos nós que lidamos com crianças percebemos isso. O que tem mudado é que agora estes efeitos têm sido estudados cientificamente também.
         Por fim, dois lembretes importantes:
 1) todas essas atividades e preocupações, desde os embalos para ninar até a verificação do trabalho musical da escola são da responsabilidade de mães e pais, sem exceção; 
2) não descuide do repertório. Isso pode parecer difícil, mas tente utilizar a mesma tática da boa alimentação: um fast food, de vez em quando, não faz mal a ninguém, desde que a nutrição básica seja feita por meio de uma dieta balanceada, rica em verduras, frutas, cereais e proteínas. Da mesma forma, os malefícios de se ouvir música descartável na TV podem ser minimizados se, em casa, você “nutrir” os ouvidos e cérebros de seus filhos com música rica, estimulante e de boa qualidade.  

A música e o desenvolvimento cognitivo da criança

A música e o desenvolvimento afetivo

A música e o desenvolvimento social da criança



ADULTO É QUEM TRABALHA ! CRIANÇA TEM QUE DAR TRABALHO!


Cada profissional tem sua missão na sociedade.  

O trabalho pode dar ao ser humano a oportunidade de sentir a dimensão de sua importância para as outras pessoas.
Trabalhar desenvolve a capacidade de pensar, de tomar decisões, de encontrar soluções, de construir projetos e de aprender a lidar com pessoas e com a realidade. 
É na primeira infância  que muitas crianças formam a imagem do trabalho como um obstáculo à felicidade
Quando a criança pede ao pai para  brincar com ela e este responde, com ar de frustração: - “Agora não, papai tem que trabalhar”.
Essa criança já começa a elaborar a ideia de que o trabalho afasta as pessoas que se amam. Alguns especialistas dizem que o trabalho está para o adulto assim como o brincar está para a criança. Ou seja, a brincadeira para a criança é tão importante quanto o trabalho para o adulto. Se pais e mães pudessem avaliar o quanto é grande o "mal " de não dividir sua atenção com os filhos na infância e até mesmo na adolescência ... muito descontentamento poderia ser evitado ou superado se este adulto tivesse tido momentos de presença dos pais com qualidade de convivência.
Infelizmente, na nossa realidade, ainda temos muitas crianças que precisam trabalhar ou cuidar dos irmãos menores e não podem estudar, nem brincar.
Quase 60% das crianças envolvidas em trabalho infantil estão na agricultura, um dos setores considerados mais perigosos. Além disso, há meninos e meninas a partir dos 5 anos trabalhando na atividade pastoril. Os dados fazem parte de relatório divulgado nesta segunda-feira 25 pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).

Palavra Cantada - Criança não trabalha DVD Pé com Pé

quarta-feira, 18 de abril de 2012

DICA DE LEITURA PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES


Eu sempre li para meus filhos e agora, leio junto com eles.
Isso estimula o gosto pela leitura e você pode aprender muito.
Eu garanto!
Assistam dois vídeos de histórias infantis muito instigantes, que tratam de assuntos como as diferenças e os medos. Em seguida leiam o resumo de alguns livros indicados para adolescentes, meus filhos gostaram muito das  histórias.

MENINA BONITA DO LAÇO DE FITA


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CHAPEUZINHO AMARELO


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A biblioteca da nossa casa tem muitos livros, eu sou da época que folhear um livro, era quase que mergulhar sob um universo todo ilimitado. 
E hoje, resolvi acordar meu ratinho de biblioteca e encontrei o livro de Daniel Defoe, chamado Robinson Crusoé - A conquista do mundo numa ilha.

Recomendo a leitura para pais e filhos, eu li junto com meu filho por várias noites e me apaixonei pelo clássico .
Sobre o livro:
O livro conta a história de Robinson Crusoé. Um jovem que aos dezoito anos, foge de casa e se engaja num navio e assim começam suas aventuras em alto mar. Ao tornar-se um marinheiro náufrago numa ilha deserta, Robinson passa por etapas de luta por sobrevivência; onde evidentemente no meio de grandes privações e muitas peripécias em suas adaptações às possibilidades de sobrevivência, após 25 anos de solidão de maneira surpreendente torna-se hospedeiro de um fugitivo a quem denomina "Sexta-feira" em referência ao dia da semana em que o salvou e assim prossegue sua aventura, criando uma exótica e emocionante aventura numa romântica ventura universalmente conhecida de tantos leitores.

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Recomendo também:

O menino do dedo verde
Fala de assuntos que às vezes são difíceis de conversar com as crianças
Leia o resumo do livro:
Tistu é um menino muito sortudo. Vive na cidade chamada Mirapólvora numa grande casa, a Casa-que-Brilha, com o Sr. Papai, Dona Mamãe e o seu querido pônei Ginástico. Eles são ricos pois o Sr Papai tem uma fábrica de canhões. Para grande decepção de todos, Tistu dorme nas aulas. Sr Papai resolve fazer com que Tistu aprenda as coisas vendo-as e vivenciando-as. As aulas serão com o jardineiro Bigode e com o gerente da fábrica de canhões, o Sr Trovões.
Na primeira aula, o jardineiro bigode descobre um dom fantástico em Tistu: o menino tem o dedo verde! Isto significa que, onde ele colocar o dedo, nascerão flores! Porém as pessoas grandes não iriam entender este dom. Seria melhor mantê-lo em segredo. Bigode se transforma no conselheiro de Tistu.
Com o Sr Trovões Tistu conhece um pouco do lado triste do mundo: a miséria, a prisão, o hospital. Ele resolve alegrar estes ambientes colocando seu dedo lá, mas no anonimato. Para o espanto da população, o presídio ficou com tantas flores que as portas não conseguiam mais fechar. Mas os presos não queriam fugir, pois estavam maravilhados! As flores da favela absorveram o lamaçal e enfeitaram as casas, transformando a favela em atração turística. A menina do hospital, que antes contava os buraquinhos do teto para passar o tempo agora conta botões de rosas, que nascem em volta do seu leito. A cidade, e a vida das pessoas da cidade, mudaram completamente. 
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LIVROS DE  JULIO VERNE
 

Júlio Verne foi escritor, ensaista e escreveu também para o teatro, tornou-se famoso por suas obras onde a aventura e as grandes descobertas científicas são o tema de seus enrredos, também é considerado um visionário já que muito antes do homem viajar para a lua, ou da invenção do fax ou do submarino nuclear, Verne já colocava ao dispor de seus leitores essas joias da tecnologia.


A volta ao mundo em 80 dias: Neste livro ele nos apresenta Fíleas Fogg, o inglês mais inglês de todos, e seu simpático companheiro de jornada Faz-Tudo. Neste livro a métrica de sua escrita é matemática, e cada coisa é explicada em detalhes, numa incrível aventura por um mundo ainda em desenvolvimento! 

 Vinte Mil Léguas Submarinas: Eis neste livro mais uma das visões fantásticas de Verne, o uso de submarinos, além é claro de nos apresentar um dos mais célebres personagens da literatura mundial, o inesquecível Capitão Nemo.

A ilha misteriosa: Conta as aventuras de um grupo de abolicionistas estadunidense que, após uma fuga num balão, encontram uma ilha desconhecida. Por vezes, o nome Ilha Misteriosa é usado simplesmente como referência à Ilha Lincoln, ilha fictícia no oceano Pacífico, onde a história se desenrola.
 
 Viagem ao redor da lua: Numa época em que não se conhecia a tecnologia, Verne consegue prever em forma de aventura uma viagem pelo espaço até a Lua.

Viagem ao centro da terra: Mesmo o professor Lidenbrock sendo um chato de galochas, a jornada pelos subterrâneos da crosta terrestre é maravilhosa, com a vida que o criativo autor nos revela. Este livro é o verdadeiro caso em que nenhum dos filmes que se basearam na história chega aos seus pés.
 

Espero que essas dicas sejam interessantes como foram para meus filhos!

A VIOLÊNCIA DÓI NO CORAÇÃO!


Proteção contra a violência


Toda criança deve ser cuidada com atenção e protegida de todo tipo de violência, como abuso, exploração sexual, abandono, maus-tratos. Criança não é grande e forte o suficiente para se defender nem para se cuidar sozinha. Então, é dos adultos a obrigação de não permitir que ninguém a machuque, a humilhe ou a aterrorize. 
Muitas crianças no Brasil sofrem um tipo de violência invisível. São aterrorizadas com ameaças e castigos cruéis, envolvidas em atividades sexuais e abandonadas sem proteção. Tudo isso é crime.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Como falar sobre o dia do índio na educação infantil?





                             Eu pintei o rosto  dos meus alunos assim como esta criança indígena.
Conversei sobre a vida dos índios nos dias atuais, que ainda existem aqueles que seguem o modo de vida antigo, sem usar roupas como as nossas, mas há também aqueles que já absorveram nossos costumes, usando roupas como nós e morando em casa como as nossas!

Podemos até mostrar o índio da época colonial, mas sem deixar de falar que nossos povos nativos são pessoas normais como eu e você, apenas temos costumes diferentes. Podemos aprender muito sobre costumes que temos, por exemplo:


Você sabia que vários dos nossos hábitos são herdados da cultura indígena?



 
  

 Um dos costumes mais importantes é o de tomar banho todos os dias. Em outras culturas, como na dos países europeus, é comum as pessoas passarem dias sem tomar banho. Que bom que os índios nos ensinaram isso, né? Assim somos um povo bem cheirosinho!
Também aprendemos com eles o uso de chás e plantas medicinais para curar doenças. E como os índios têm muito conhecimento de ervas e plantas, muitos dos remédios que compramos hoje nas farmácias tiveram suas fórmulas baseadas em chás indígenas. 
As danças e cantigas de roda e várias comidas tiveram origem na cultura nativa. É influência deles também a utilização de redes para dormir, principalmente na região Norte do Brasil. E ainda várias lendas do folclore brasileiro.

Então, vamos mudar a forma de apresentar o índio para nossas crianças?


    



Esses são exemplos de pinturas de rostos de várias etnias.
Nada de pintar três riscos coloridos sem significado!


        E por que não falar da questão da terra?

Para os índios, a terra é muito importante, sagrada mesmo. Não só porque é o lugar de onde tiram seu sustento, mas também porque é o que eles consideram como o lar deles. Por isso a Constituição brasileira garante que as terras dos índios devem ser demarcadas (determinadas) pelo governo e devem ser respeitadas por todos. Porém, muitas vezes esses direitos não são respeitados. Alguns grandes proprietários de terras, madeireiros e garimpeiros tentam expulsar os índios de suas terras para explorá-las, e para isso, muitas vezes fazem uso de força bruta para tirá-los de lá. A situação dos índios é grave em várias regiões, e infelizmente muitas comunidades indígenas já perderam grande parte de seus territórios. 



a importância do brincar na educação infantil






A importância do brincar na educação infantil





        Descobertas mostram que o brincar é fundamental para o desenvolvimento humano. Em uma situação do cotidiano, por exemplo, quando o adulto coloca um objeto à frente do bebê, o esforço realizado por ele, faz com que em seu cérebro formem-se novas conexões (sinapses), que depois serão acionadas para atividades que envolvam o tipo de movimento realizado.

    Tal pesquisa nos mostra que quanto mais a criança brinca, corre, pula, canta, mais sinapses se forma em seu cérebro. Mudanças físicas no cérebro são provocadas: ele, literalmente, cresce. Tal descoberta nos leva a refletir que a modificação do cérebro se realiza a partir da interação da criança com o ambiente, com outras pessoas, em suas atividades lúdicas e não apenas em conseqüência de carga genética que são transferidas de pai para filhos. Através disto observamos que os esquemas mentais desenvolvidos pela criança são conseqüências de suas experiências vividas, das relações e interações com o mundo.

   Conclui-se que, "o brincar" é o ato de movimentar-se e é de grande importância biológica, psicológica, social e cultural, pois é através da execução dos movimentos que as pessoas interagem com o meio ambiente, relacionando-se com os outros, aprendendo sobre si, seus limites capacidades e solucionando problemas. Pois é comum encontrar indivíduos que, não atingiram padrão maduro nas habilidades básicas, nas quais apresentam um nível inicial ou elementar, o que prejudicará todo desenvolvimento posterior, ressalta-se assim, a preocupação que os profissionais de educação física deveriam ter em relação ao conhecimento sobre a aquisição e desenvolvimento dos padrões fundamentais de movimento, elegendo-o como foco principal para o desenvolvimento da educação física pré-escolar e séries iniciais no ensino fundamental.

Referências bibliográficas
  •  Freie, João Batista. Educação de Corpo Inteiro. São Paulo: Scipione.1997.
  • Fonseca, Vitor da. e MENDES, Nelson. Escola, Escola, Quem És Tu? Perspectivas Psicomotoras do Desenvolvimento Humano. Porto Alegre: Artes Médicas. 1987.
  • Fonseca, Vitor da. Psicomotricidade. São Paulo: Martins Fontes. 1983.
  • Criar Revista da Educação Infantil (Revista). Ano 1. número 02. março/abril/05.
  • www.crmariocovas.sp.gov.br - acessado em: 02/05/2005.
  • www.cdof.com.br/escola.htm - acessado em: 02/05/2005.